Em 2004, Alex Machado, de volta a Curitiba, resolve montar uma banda para tocar suas composições e ministrar o
louvor em algumas igrejas. Escolhem-se alguns músicos e, define-se a base e, quando começam os ensaios, o de sempre:
algumas desistências, algumas incompatibilidades de horário.
A formação básica se define em maio de 2004: Alex Machado (violões e vocal); Volnei Leandro (bateria); Leo Querino
(percussão); Rod Martins (baixo); Thiago Faria (guitarra); Fábio (Binho) Bettes (teclados). Agora, sim, começam os
ensaios. A proposta inicial era trabalhar bem as músicas antes de começar a tocar pelas igrejas. E o ano de 2004 segue
assim, com muitos ensaios e poucas apresentações. Monta-se um time de back’s: Glaucia, Rafaelle, Neto Arlindo, Esdras e Marissel, mas os dois últimos tiveram apenas uma rápida passagem pela Matizes.
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Em 2005, os projetos da Banda se tornam um pouco mais audaciosos: começar a gravar um CD e tocar com um naipe de metais. E os projetos vão se tornando realidade: Samuca e Irajá entram para a Banda e começa a gravação do CD. E a
Banda sai à procura de um trombonista para fazer o power trio metálico.
Em 2006, uma mudança radical: sai o Rodwilton e entra o Marcatto. A Banda vai-se consolidando, começa a ter uma
agenda mais cheia, mas ainda faltava um trombonista. O CD fica pronto e traz grandes alegrias à Banda, em virtude da
boa qualidade das gravações e do projeto gráfico bem original. Para os back’s, a Banda passa a contar com a Jessyca.
2007 é o ano da consolidação plena. Com o CD pronto e com um trombonista, o Clebinho, a Banda está pronta para
tocar em qualquer lugar. A agenda começa a ficar mais cheia e a Banda começa a se tornar conhecida. Um obstáculo: Alex
e Glaucia vão morar em Resende/RJ, o que dificulta um pouco a montagem da agenda da Banda.
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Já no início de 2008, entra a Carol e saem Neto Arlindo e Glaucia nos back’s. A banda não consegue desenvolver
uma agenda melhor em virtude da distância de Alex. Além disso, Jessyca e Carol vão morar no exterior. Mesmo assim, a
Banda fez mais de 20 apresentações no ano. No fim do ano, surgiu a decisão, em comum acordo, de não contarmos mais com
o Alex nos vocais. Passaríamos a nos virar com a Jessyca e a Carol (quando regressassem ao Brasil) e ficaríamos em
oração por um outro vocalista.
2009: continua a evolução. Repertório novo, projeto de um novo CD, um público que se começa a formar... E assim
vamos caminhando. Hoje podemos dizer, a plenos pulmões, que “até aqui o Senhor tem nos ajudado.”
Nossa caminhada é esta: procuramos encarar cada compromisso como o último de nossas vidas, sem valorarmos cada igreja
pelo número de membros ou estrutura oferecida. Nosso foco é servir a Deus incondicionalmente e não fazer das igrejas um trampolim para o ego ou fama. Cada palco tem sido um altar onde tributamos louvores e honras ao nosso Deus. Do
contrário, nosso ministério será totalmente vão.
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